domingo, 31 de janeiro de 2010

“O poeta goza o inigualável privilégio de poder ser, conforme queira, ele mesmo ou qualquer outro. Como almas errantes que buscam um corpo, penetra, quando lhe apraz, a personagem de qualquer umPara o poeta,tudo está aberto e disponível; se alguns espaços lhe parecem fechados, é porque aos seus olhos não valem a pena serem inspecionados”*.
Baudelaire, Charles.
Pequenos poemas em prosa.
Rio de Janeiro: Nova Fronteira,
1983: 52

Nenhum comentário:

Postar um comentário